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Jáder expande horizontes musicais em ‘Deixa o mundo acabar’, seu novo álbum

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Reprodução G1

O cenário da música brasileira se prepara para receber uma nova e vibrante fase na carreira de Jáder. O cantor e compositor pernambucano, nascido Jáder Cabral de Mello, anuncia o lançamento de seu segundo álbum, intitulado ‘Deixa o mundo acabar’, marcado para 9 de abril. Quatro anos após a estreia com “Quem mandou chamar???” (2022), este novo trabalho promete consolidar a identidade artística de Jáder, que se aventura por uma rica tapeçaria de ritmos e sonoridades.

Produzido por Barro e Guilherme Assis, o disco reflete não apenas a evolução musical do artista, mas também as influências de sua mudança do Recife, em Pernambuco, para São Paulo. Essa transição geográfica e pessoal se traduz em uma obra que transcende as fronteiras de gêneros, abraçando uma diversidade rítmica que é a marca registrada deste novo capítulo.

A jornada de Jáder: da raiz nordestina à fusão de ritmos

Com onze faixas autorais, ‘Deixa o mundo acabar’ simboliza uma significativa expansão do eixo estético de Jáder. Se em seu trabalho anterior o artista já demonstrava um apreço pelas raízes nordestinas, neste álbum ele mergulha ainda mais fundo, sem deixar de lado a experimentação. Gêneros como o galope e o xote, pilares da cultura musical do Nordeste, e o brega, tão característico de seu estado natal, continuam presentes, mas agora dialogam com novas influências.

A ousadia de Jáder o leva a transitar por universos como o funk, o pagode, o rock e a bachata, criando uma sonoridade híbrida e contemporânea. “Eu queria de tudo um pouco e decidi me permitir”, revela o artista, evidenciando a liberdade criativa que guiou a concepção do projeto. Essa abertura para diferentes estilos não apenas enriquece o repertório, mas também posiciona Jáder como um nome relevante na cena musical brasileira, capaz de unir tradição e inovação.

Colaborações e o repertório autoral do novo álbum

A diversidade de ‘Deixa o mundo acabar’ é ainda mais acentuada pelas colaborações que pontuam o disco. Para sua primeira incursão no pagode, Jáder convidou a cantora Joyce Alane, com quem divide os vocais na faixa “Fica comigo”. Outro destaque é a participação de Mariana Aydar em “Pessoa preferida”, uma canção que ganha um toque especial com a sanfona de Karol Maciel, reforçando a conexão com a musicalidade regional.

A faixa-título, “Deixa o mundo acabar”, mantém o passo ágil do galope, um ritmo que celebra a energia e a tradição. O repertório autoral do álbum é complementado por outras canções que prometem cativar o público, como “Enigma”, “Mormaço”, “Ralado”, “Sem você” e “Tô de volta”. Cada uma delas contribui para a narrativa multifacetada que Jáder constrói ao longo do disco, explorando temas e sentimentos diversos.

O processo criativo e os singles que antecederam o lançamento

O processo de gravação de ‘Deixa o mundo acabar’ foi um verdadeiro mosaico geográfico e temporal. O álbum foi gravado entre maio de 2025 e fevereiro deste ano de 2026, em estúdios localizados em Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. Essa jornada por diferentes regiões do Brasil certamente imprimiu nuances e texturas únicas à produção final, refletindo a amplitude da visão artística de Jáder.

O lançamento do disco foi estrategicamente precedido por uma série de singles que deram um gostinho do que viria. Em 2025, Jáder apresentou “Xêro”, seguido por “Volta” em 2026, uma colaboração com Jaloo. Ainda em 2026, o artista lançou “No mar”, um feat com Totô de Babalong que flerta com a batida envolvente do funk. Esses lançamentos prévios não só geraram expectativa, mas também prepararam o público para a riqueza e a diversidade sonora que ‘Deixa o mundo acabar’ oferece, consolidando Jáder como um dos nomes promissores da nova geração da música brasileira.

Fonte: g1.globo.com

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