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Promotoria revela pornografia infantil em nuvem de cantor D4vd, acusado de assassinato de adolescente

nografia infantil salva na sua conta do iCloud. A informação foi revelada nesta
Reprodução G1

Novas e perturbadoras informações vieram à tona no caso que envolve o cantor D4vd, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, de 21 anos. Acusado de assassinar a adolescente Celeste Rivas Hernandez, de apenas 14 anos, o artista agora enfrenta a revelação de que possuía uma vasta quantidade de pornografia infantil armazenada em sua conta do iCloud. A descoberta, divulgada nesta quinta-feira (23) durante uma audiência, adiciona uma dimensão ainda mais sombria às graves acusações que pesam contra ele.

O caso, que já chocava pela brutalidade e pela idade da vítima, ganha contornos mais complexos com a inclusão deste novo elemento. A promotoria, que tem conduzido a investigação com rigor, detalhou a extensão do material encontrado, indicando um cenário preocupante que pode influenciar significativamente o andamento do processo judicial.

Novas revelações chocam durante audiência do caso D4vd

A chocante revelação veio à tona nesta quinta-feira (23) durante uma audiência crucial do caso, que tem mantido a atenção pública e da mídia sobre o jovem artista. Segundo informações da rede de televisão norte-americana NBC, a promotora Beth Silverman afirmou que David Anthony Burke possuía impressionantes 8 terabytes de arquivos salvos em sua conta na nuvem. Deste total, os promotores conseguiram acessar 1 terabyte, e parte significativa desse conteúdo consiste em pornografia infantil.

A descoberta de um volume tão grande de material ilícito na nuvem do acusado adiciona uma camada sombria e perturbadora às já graves acusações de homicídio e outros crimes. A defesa de D4vd terá acesso a esse conteúdo, o que certamente trará novos desdobramentos e estratégias para o julgamento. A presença de tal material levanta questões adicionais sobre o perfil do acusado e a natureza de seus supostos crimes, intensificando o debate público e a busca por justiça.

Detalhes da autópsia: a brutalidade do crime

Antes das recentes revelações sobre o conteúdo digital, o caso já havia sido marcado pela divulgação do relatório de autópsia de Celeste Rivas Hernandez. O documento, que teve sua liberação bloqueada por meses a pedido das autoridades policiais e só foi divulgado nesta quarta-feira (22), confirmou a brutalidade do crime. A jovem de 14 anos morreu devido a “ferimentos penetrantes na parte superior do corpo”, com sua morte sendo oficialmente classificada como homicídio pelo Gabinete do Médico Legista do Condado de Los Angeles.

O exame detalhou a existência de “duas feridas penetrantes no tronco com bordas lisas que podem representar ferimentos por objeto cortante”. Uma das feridas, localizada na parte superior do abdômen, perfurou o fígado de Celeste, enquanto outra, no lado esquerdo do tórax, danificou suas costelas. A blusa tomara que caia que a adolescente usava no momento do crime apresentava cortes em três lugares, indicando a violência do ataque. A liberação do relatório, após meses de sigilo, trouxe à tona a dimensão da tragédia e reforçou a necessidade de uma investigação aprofundada.

O desenrolar do caso e a defesa do cantor

David Anthony Burke, conhecido artisticamente como D4vd, foi formalmente acusado do assassinato de Celeste Rivas Hernandez na segunda-feira (20). As acusações contra ele são de homicídio em primeiro grau, atos libidinosos com pessoa menor de 14 anos e mutilação de cadáver. Em sua primeira aparição perante a justiça, o cantor se declarou inocente de todas as acusações, buscando refutar a narrativa da promotoria.

Os advogados de Burke têm mantido a posição de que seu cliente não foi o responsável pela morte de Celeste e prometem defender vigorosamente sua inocência. A estratégia da defesa será crucial para contestar as evidências apresentadas pela acusação, incluindo agora os arquivos de pornografia infantil. O caso tem gerado grande repercussão, não apenas pela notoriedade do acusado, mas também pela gravidade dos crimes imputados e a busca por respostas para a morte prematura da adolescente.

Motivo e o clamor por justiça da família

A promotoria alega que o motivo por trás do assassinato seria o temor de Burke de ter sua carreira promissora arruinada. Segundo a acusação, Celeste Rivas Hernandez teria ameaçado denunciar o relacionamento sexual que mantiveram quando ela tinha apenas 13 anos. A denúncia criminal aponta que D4vd a matou com um objeto cortante e, cerca de duas semanas depois, esquartejou o corpo da vítima, em uma tentativa de ocultar o crime e suas evidências.

Em meio à dor e ao luto, os pais de Celeste, Jesus Rivas e Mercedes Martinez, fizeram um emocionante pronunciamento na noite de terça-feira (21). Eles agradeceram aos investigadores pelo trabalho incansável e aos moradores de sua cidade natal, Lake Elsinore, na Califórnia, pelo apoio e solidariedade. “Celeste era uma menina linda e forte que adorava cantar e dançar. Toda sexta-feira à noite era noite de cinema e passávamos momentos maravilhosos juntos”, disseram os pais, visivelmente abalados. “Nós a amávamos muito e ela sempre nos dizia que nos amava. Sentimos muita falta dela. Tudo o que queremos é justiça para Celeste.” O clamor por justiça da família ressoa com a comunidade, que acompanha de perto cada etapa do processo, esperando que a verdade seja plenamente estabelecida e que os responsáveis sejam devidamente punidos. Para mais detalhes sobre a importância da evidência digital em casos criminais, você pode consultar fontes confiáveis de notícias.

Fonte: g1.globo.com

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