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Arquivos sobre OVNIs: astronauta da Apollo relatou partículas e flashes ‘escapando da Lua’

Astronautas da missão Apollo 12 relataram ter observado “Fenômenos Anômalos Não Identificados” (UAP, na sigla em inglês) durante a missão na década de 1970. O piloto Alan Bean descreveu ter observado, por meio de um telescópio a bordo da aeronave, partículas e flashes de luz “navegando pelo espaço” e “escapando da Lua”.

🔎 A Apollo 12 foi a missão espacial tripulada dos EUA responsável pelo segundo pouso na Lua, em novembro de 1969.

Fotos e relatos dos tripulantes foram divulgados pelo governo Trump na sexta-feira (8). Os arquivos são parte dos documentos federais dos EUA sobre objetos voadores não identificados (OVNIs) e “vida extraterrestre” reunidos pelo Departamento de Guerra norte-americano.

➡️ Lembrando que um OVNI ou objeto visto durante um UAP não significa necessariamente a presença de vida extraterreste. A nomenclatura significa que não foi possível identificar a origem, e que não é possível determinar uma explicação plausível para o fenômeno.

Relatos da Apollo 17

Segundo documento da Nasa, os astronautas da Apollo 17 relataram ter observado “Fenômenos Anômalos Não Identificados” em três momentos distintos durante a missão.

🔎 A Apollo 17 foi a sexta e última missão tripulada do Projeto Apollo à Lua, realizada em dezembro de 1972.

Em um dos UAPs da Apollo 17, o piloto Ronald Evans disse em 1972 ter observado “partículas ou fragmentos muito brilhantes” flutuando e “girando” próximos à espaçonave enquanto ela manobrava. O astronauta Jack Schmitt também viu o mesmo fenômeno, que comparou com “o Quatro de Julho”, em referência a fogos do feriado da independência dos EUA.

Um dos astronautas da Apollo 17 tirou uma foto do que chamou de três pontos de luz no céu que chamou a atenção deles por parecer “partículas ou fragmentos de forma triangular e muito brilhantes”Veja na foto em destaque.

Em outro fenômeno, o comandante Eugene Cernan relatou ter observado “alguns conjuntos de rastros luminosos” quando estava com dificuldades para dormir, além de uma luz intensa e “imponente” piscando entre seus olhos, com a intensidade similar à de um farol de trem.

Ao longo das três horas seguintes, Cernan descreveu a observação de vários fenômenos intermitentes e rotativos que ele avaliou parecer objetos físicos no espaço, e não algo puramente óptico.

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