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Secretaria da Saúde confirma mais duas mortes por febre amarela no interior paulista

febre amarela. SP: quem tomou vacina fracionada da febre amarela deve completar
Reprodução Agência Brasil

Avanço da febre amarela em território paulista

O estado de São Paulo enfrenta um novo alerta sanitário após a confirmação de três novos casos de febre amarela, conforme dados divulgados pela Secretaria da Saúde nesta quinta-feira (23). Entre as ocorrências, o cenário é preocupante: dois pacientes, residentes no Vale do Paraíba, não resistiram às complicações da doença e faleceram.

febreamarela: cenário e impactos

As vítimas fatais eram homens, com idades de 56 e 53 anos, ambos moradores do município de Lagoinha. Além desses casos, um terceiro paciente, de 43 anos e residente em Araçariguama, na região de Sorocaba, também foi diagnosticado com o vírus, mas conseguiu se recuperar após o tratamento médico.

Contexto epidemiológico e histórico recente

Este registro soma-se a um histórico recente de circulação do vírus na região. Na semana anterior, as autoridades de saúde já haviam notificado outros três casos da enfermidade. Na ocasião, um homem de 38 anos, morador de Cunha, também veio a óbito. Em Cruzeiro, outros dois pacientes foram diagnosticados, mas apresentaram evolução positiva e se curaram.

A recorrência de casos no Vale do Paraíba acende um sinal de alerta para as autoridades sanitárias locais. A análise dos dados revela um padrão crítico: todos os pacientes confirmados com a doença neste ano não possuíam histórico de vacinação contra a febre amarela, evidenciando a vulnerabilidade de parcelas da população que ainda não buscaram a imunização.

A importância da vacinação como medida preventiva

A Secretaria da Saúde reforça que a vacina, disponível gratuitamente pelo SUS, continua sendo a ferramenta mais eficaz para conter o avanço do vírus. A imunização é a única forma de evitar formas graves da doença e óbitos, sendo fundamental que a população verifique sua situação vacinal nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

O esquema vacinal atual preconiza que crianças recebam a primeira dose aos 9 meses, com um reforço necessário aos 4 anos de idade. Para aqueles que foram vacinados antes dos 5 anos, o reforço é indispensável. Além disso, pessoas na faixa etária de 5 a 59 anos que nunca receberam o imunizante devem procurar um posto de saúde para atualizar sua proteção. Para mais informações sobre a situação epidemiológica, consulte a Agência Brasil.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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